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Última atualização: 13 de janeiro de 2026

Urânio (U, Z = 92): O Elemento com Energia Contida

Modelo do átomo de urânio e cristal de óxido de urânio

Papel do Urânio em Cosmologia e Geologia

Síntese em Estrelas e Supernovas

O urânio é um elemento mais pesado que o ferro e não pode ser sintetizado por fusão nuclear ordinária no núcleo das estrelas. É produzido principalmente durante eventos cataclísmicos como as fusões de estrelas de nêutrons ou as supernovas de colapso de núcleo, através do processo de captura rápida de nêutrons (processo r). A presença de urânio na Terra é, portanto, um testemunho de eventos estelares violentos que ocorreram antes da formação do sistema solar.

Geocronologia e o "Relógio Natural" da Terra

A desintegração radioativa do urânio em chumbo é um dos sistemas de datação mais importantes em geologia.

Fonte do Calor Interno Terrestre

A desintegração radioativa do urânio, tório e potássio-40 é uma fonte importante de calor no interior da Terra. Esse calor interno impulsiona a convecção do manto, responsável pela tectônica de placas, vulcanismo e o campo magnético terrestre (através da dinamo do núcleo externo). Cerca de metade do fluxo de calor terrestre provém dessa radioatividade.

História da Descoberta e Uso do Urânio

Etimologia e Origem do Nome

O elemento deve seu nome ao planeta Urano, descoberto oito anos antes por William Herschel (1738-1822) em 1781. O químico alemão Martin Heinrich Klaproth (1743-1817), que isolou o óxido de urânio em 1789, seguiu uma tradição de nomear novos elementos a partir de corpos celestes. Essa prática liga a química à astronomia, como evidenciado por outros elementos:

Da Descoberta à Radioatividade

Klaproth acreditou ter isolado o metal puro, mas na verdade tratava-se de um óxido (\( \mathrm{UO_2} \)). O metal foi isolado pela primeira vez em 1841 por Eugène-Melchior Péligot (1811-1890). Durante mais de um século, o urânio foi considerado um elemento químico comum, utilizado principalmente como pigmento amarelo ou verde (vidro de urânio, louça "Vaseline glass") ou como aditivo em aços.

A revolução veio em 1896 quando Henri Becquerel (1852-1908) descobriu a "radioatividade" enquanto estudava sais de urânio. Essa propriedade revolucionária foi então estudada em profundidade por Marie Curie (1867-1934) e Pierre Curie (1859-1906), que descobriram o polônio e o rádio na pechblenda, um minério de urânio.

A Era Nuclear: Fissão e Armas

A descoberta da fissão nuclear por Otto Hahn, Lise Meitner e Fritz Strassmann em 1938 mudou tudo. Os físicos entenderam que o núcleo de urânio-235, quando atingido por um nêutron, poderia se dividir em núcleos mais leves, liberando uma energia colossal e nêutrons adicionais, permitindo uma reação em cadeia.

Energia Nuclear Civil

Após a guerra, o foco mudou para o uso pacífico da energia nuclear. A primeira usina nuclear foi conectada à rede em Obninsk (URSS) em 1954. Hoje, a energia nuclear, baseada principalmente na fissão do urânio-235 em reatores de água leve, fornece cerca de 10% da eletricidade mundial, com emissões muito baixas de CO₂.

Depósitos e Produção

O urânio é um elemento relativamente abundante na crosta terrestre (cerca de 40 vezes mais que a prata). Os principais minérios são:

Os principais países produtores são Cazaquistão, Canadá, Namíbia e Austrália. A extração é feita por minas a céu aberto, minas subterrâneas ou lixiviação in situ (injeção de soluções diretamente no depósito).

Estrutura e Propriedades Fundamentais do Urânio

Classificação e Estrutura Atômica

O urânio (símbolo U, número atômico 92) é um elemento da série dos actinídeos. É um metal pesado, denso e radioativo. Seu átomo possui 92 prótons e, para seu isótopo mais abundante \(^{238}\mathrm{U}\), 146 nêutrons. Sua configuração eletrônica é [Rn] 5f³ 6d¹ 7s², embora os elétrons 5f e 6d estejam energeticamene próximos, levando a uma química de valência variável.

Propriedades Físicas e Radioativas

Reatividade Química

O urânio é um metal quimicamente reativo.

Características Principais

Número atômico: 92.
Grupo: - (Actinídeo).
Configuração eletrônica: [Rn] 5f³ 6d¹ 7s².
Estados de oxidação principais: +3, +4, +5, +6.
Isótopo mais abundante: \(^{238}\mathrm{U}\) (T½ = 4,47×10⁹ anos).
Aparência: Metal cinza prateado, denso.

Tabela de Isótopos do Urânio (naturais)

Isótopos naturais do urânio (propriedades essenciais)
Isótopo / NotaçãoAbundância naturalPrótons (Z)Nêutrons (N)Meia-vida / Modo de desintegraçãoObservações / Aplicações
Urânio-234 — \(^{234}\mathrm{U}\)0,0055 %921422,455×10⁵ anos (α)Filho do \(^{238}\mathrm{U}\). Em equilíbrio secular com seus pais no urânio natural. Mais radioativo que outros isótopos de mesma massa.
Urânio-235 — \(^{235}\mathrm{U}\)0,720 %921437,04×10⁸ anos (α, fissão espontânea)O único isótopo fissível natural. Essencial para reatores nucleares e armas. Enriquecimento necessário para a maioria das aplicações.
Urânio-238 — \(^{238}\mathrm{U}\)99,2745 %921464,468×10⁹ anos (α, fissão espontânea)O isótopo mais abundante. Fértil: captura um nêutron para formar plutônio-239 (fissível). Base da datação U-Pb.

Configuração Eletrônica e Camadas Eletrônicas do Urânio

N.B.:
Camadas eletrônicas: Como os elétrons estão organizados ao redor do núcleo.

O urânio possui 92 elétrons distribuídos em sete camadas eletrônicas. Sua configuração eletrônica completa é: 1s² 2s² 2p⁶ 3s² 3p⁶ 3d¹⁰ 4s² 4p⁶ 4d¹⁰ 4f¹⁴ 5s² 5p⁶ 5d¹⁰ 5f³ 6s² 6p⁶ 6d¹ 7s². É frequentemente anotada como [Rn] 5f³ 6d¹ 7s², mostrando que os elétrons de valência estão localizados nas orbitais 5f, 6d e 7s.

Estrutura Detalhada das Camadas

Camada K (n=1): 2 elétrons (1s²).
Camada L (n=2): 8 elétrons (2s² 2p⁶).
Camada M (n=3): 18 elétrons (3s² 3p⁶ 3d¹⁰).
Camada N (n=4): 32 elétrons (4s² 4p⁶ 4d¹⁰ 4f¹⁴).
Camada O (n=5): 21 elétrons (5s² 5p⁶ 5d¹⁰ 5f³).
Camada P (n=6): 9 elétrons (6s² 6p⁶ 6d¹).
Camada Q (n=7): 2 elétrons (7s²).

Elétrons de Valência e Propriedades Químicas

Os elétrons de valência do urânio (5f³ 6d¹ 7s²) conferem-lhe uma química complexa e rica. Ele pode perder esses elétrons (e às vezes elétrons 5f mais internos) para formar vários estados de oxidação.

Essa capacidade de mudar estados de oxidação é crucial para seu ciclo do combustível nuclear (extração, conversão, reprocessamento) e seu comportamento ambiental.

Aplicações do Urânio

O Ciclo do Combustível Nuclear

Da Mina ao Reator

  1. Exploração e extração mineira.
  2. Concentração e purificação: Produção de yellowcake (\( \mathrm{U_3O_8} \)) puro a ~80%.
  3. Conversão: Transformação em hexafluoreto de urânio gasoso (\( \mathrm{UF_6} \)) para enriquecimento.
  4. Enriquecimento: Aumento do teor de U-235 por difusão gasosa ou centrifugação.
  5. Fabricação do combustível: Conversão do UF₆ enriquecido em pó de dióxido de urânio (\( \mathrm{UO_2} \)), depois prensado e sinterizado em pastilhas, que são carregadas em tubos de liga de zircônio (varetas de combustível).
  6. Uso no reator: Irradiação por 3 a 5 anos, com produção de energia e produtos de fissão.

Gestão do Combustível Usado

Saúde, Meio Ambiente e Radioproteção

Riscos Químicos e Radiológicos

O urânio apresenta uma dupla toxicidade:

  1. Toxicidade química (renal): Como outros metais pesados, o urânio é tóxico para os rins. O limite de exposição ocupacional é baseado principalmente neste efeito químico, que se torna crítico antes dos efeitos radiológicos para o urânio natural ou empobrecido.
  2. Toxicidade radiológica (cancerígena): Devido às emissões alfa (e às menores emissões gama/beta dos descendentes). O principal risco está relacionado à inalação ou ingestão de poeira insolúvel que permanece no corpo a longo prazo (pulmões, ossos).

Gestão Ambiental

Radioproteção

A manipulação de urânio, especialmente enriquecido, requer precauções:

Questões Geopolíticas e Econômicas

Um Recurso Estratégico

Desafios do Futuro

Perspectivas

O urânio, um elemento outrora anódino, tornou-se no século XX o símbolo do poder atômico, tanto destrutivo quanto civilizador. Seu futuro está intimamente ligado ao da energia nuclear. Diante da urgência climática, essa fonte de energia de baixo carbono está experimentando um renovado interesse, mas deve enfrentar os desafios da economia circular (reutilização de materiais, minimização de resíduos), da segurança absoluta e da transparência democrática. Seja como um pilar energético ou gradualmente substituído, o urânio permanecerá na história como o elemento que liberou a energia do núcleo, mudando para sempre o destino da humanidade.

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